Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013
É verdade que existe mais de um tipo de dor nas costas na gravidez?


 

Dor nas costas verdadeira 
É a dor causada pelos mesmos fatores que a dor nas costas em pessoas que não estão grávidas. 
Ligamentos, músculos, discos e articulações podem ficar sobrecarregados devido a problemas de postura, ao hábito de carregar peso de maneira incorreta, à fraqueza ou insuficiência muscular e a lesões. O mais comum é que esse tipo de dor já exista antes da gravidez. 
A dor nas costas costuma piorar no fim do dia, ou quando se fica de pé por longos períodos. Isso se deve ao cansaço muscular e à distensão dos ligamentos, para sustentar o seu peso e o do bebê. 

Dor ciática 
Uma pequena proporção de mulheres sofre de ciática durante a gravidez. Trata-se da dor no nervo ciático, na base das costas, dos lados, por inflamação ou pressão. Às vezes, o funcionamento do nervo pode ficar prejudicado, o que provoca fraqueza na perna ou sensação de formigamento. A dor pode se estender pela parte de trás da perna. Ao contrário do que acreditam as pessoas, a ciática não é causada pela pressão do bebê sobre o nervo. É provável que, se você tiver dor no nervo ciático, tenda a ter o problema grávida ou não. Tente identificar a ação ou posição que deflagram a dor (deitar de barriga para cima, por exemplo) e a evite. 

Dor pélvica 
O tipo mais comum de dor nas costas na gravidez é a dor no plexo pélvico. A dor pélvica é consequência da gestação e deve ser tratada de forma diferente da dor nas costas comum. Os tratamentos tradicionais podem ser ineficazes e até piorar a dor no plexo pélvico. Se você sentir dor na parte da frente, acima da vagina, no osso do púbis, pode estar sofrendo de um problema chamado disfunção da sínfese púbica. É importante pedir ajuda ao seu médico ou a um especialista para ajudar a diferenciar a dor causada por esses problemas. 

Dor causada por contrações 
Em casos mais raros, as contrações de um trabalho de parto prematuro podem vir na forma de dor nas costas. A partir do segundo ou terceiro trimestre, preste atenção se a dor nas costas vem em ondas, e olhe no relógio para ver se elas têm alguma regularidade.  Às vezes a dor nas costas pode ser uma contração sem que a barriga fique dura. Se desconfiar de que está tendo contrações antes da 37a. semana de gravidez, procure o médico.



Publicado por jaquelinebernardo às 23:23
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Grávidas devem usar sutiã para dormir

É, a gravidez tem os seus desconfortos, que provavelmente ficarão de escanteio no instante que você vir a carinha do seu bebê. O uso do sutiã na hora de dormir é algo que transita entre vantagem e desvantagem para a gestante. O que acontece é que, como as mamas são supersensíveis à atuação dos hormônios, do primeiro ao terceiro mês de gestação elas crescem bastante, justamente quando a produção deles está alta. E o sutiã – que serve para deixar a mulher mais bonita, ajuda na sedução e outras coisas mais – tem a função de sustentar os seios, que tendem a “cair” por causa do peso, ao longo da vida. Como na gravidez, esse peso vai aumentar, a recomendação médica é usar até para dormir. Os tops – mais confortáveis, de algodão – também podem fazer sua parte. Por mais que pareça que vá incomodar, na verdade para muitas grávidas ele pode ser um alívio na hora de deitar, melhorando o sono. Não é uma obrigação, mas pode trazer benefícios. 



Publicado por jaquelinebernardo às 18:00
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As dores mais comuns na gravidez

1- Dor nos seios

Esse incômodo é comum, principalmente nas primeiras semanas de gestação. Nessa fase, as mamas aumentam de volume. A razão? Elas estão se preparando para a amamentação. "Nem todas as grávidas se queixam disso. Para algumas, isso chega a ser imperceptível", observa a ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, Daniela Maeyama. Além do tamanho, as mamas ainda sofrem outras alterações, não dolorosas, porém visíveis, como o escurecimento do mamilo e da auréola e o aumento da vascularização local.

2- Dor pélvica

Bastante comum, ela acontece por causa do crescimento e do enrijecimento do útero na gestação. "Na maioria das vezes, não está relacionada com nenhuma patologia, mas com as contrações que a mulher tem durante a gravidez", explica Mariano Tamura, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. Essa dor tem intensidade e localização variável de acordo com o período da gravidez. "Aumenta principalmente quando o bebê inicia a descida da parte superior para a parte inferior da bacia", completa Daniela.

3- Dor lombar

O incômodo é consequência do peso da barriga, conforme a gestação avança. Para sustentar o corpo, é natural que a mulher mude seu eixo, projete o tórax para a frente e afaste as pernas. "É uma nova posição que o corpo encontra para se equilibrar. E isso força bastante os músculos da região lombar", explica Mariano Tamura. Ou seja, é uma dor totalmente previsível.

4- Dor na virilha e na raiz da coxa

"Aparecem geralmente por volta da 26ª semana e ocorre porque, nessa fase, o feto, o líquido amniótico e a placenta já somam um peso considerável sobre a pelve", explica a obstetra Daniela Maeyama. Essa sobrecarga comprime os músculos e com eles vasos e nervos. Na medida em que a gestação avança, portanto, o incômodo tende a aumentar. "Após a 34ª semana, o peso fica ainda maior. Nessa fase, os bebês chegam a ganhar 300 g a cada sete dias", completa a ginecologista do Hospital São Luiz. Como aliviar o problema? Com bastante repouso. Vale lançar mão também de alguns tipos específicos de cinta para gestantes. Nos casos mais intensos, o médico pode prescrever analgésicos.

5- Dor de cabeça

"O padrão hormonal da gravidez predispõe a mulher a ter sonolência e indisposição. Mas não a dor de cabeça propriamente dita", esclarece o obstetra Mariano Tamura. O que pode acontecer é o crescente inchaço, acúmulo de líquidos que afeta o todo o corpo. Por causa disso, a gestante fica mais predisposta a ter, por exemplo, a sinusite e, consequentemente, uma dor de cabeça. "A cefaleia pode ocorrer também nas primeiras semanas após a concepção devido à fase de adaptação hormonal e, sobretudo, nas mulheres com histórico de cefaleias frequentes e enxaqueca", completa Daniela. Ainda assim, fica um sinal de alerta: se for permanente e muito intensa, a dor deve ser pesquisada para se certificar de que não há nenhuma alteração mais grave.

6- Cólicas

 As cólicas são normais e estão presentes em todos os momentos da gravidez. Numa primeira fase, ela está ligada ao crescimento do útero e depois às contrações. "Mas ela deve ser relatada ao médico sempre. São um sinal de alarme cólicas intensas em demasia e acompanhadas de sangramento vaginal", alerta o obstetra Mariano Tamura.

Vale lembrar que, dependendo do tempo de gravidez, as cólicas podem sinalizar que está chegando a hora de o bebê nascer. "No final da gestação, é comum sentir cólicas leves e de curta duração, mas, se elas forem contínuas, durarem mais de 45 segundos e ritmadas (uma a cada três minutos), pode ser sinal de que a mulher está entrando em trabalho de parto", avisa Daniela Maeyama.

7- Dor nas articulações

As dores articulares estão associadas ao acúmulo de líquido nas articulações, comum nessa fase. E isso causa dor porque deixa alguns nervos comprimidos, além de prejudicar a mobilidade dos dedos. "Por isso, é muito comum a sensação de dor ou dormência nas extremidades do corpo, muito frequente nas mãos e que pode até deixar a mulher mais atrapalhada", justifica Mariano Tamura.

8- Dores nas pernas

A gravidez sobrecarrega o corpo da mulher e, principalmente, seu sistema cardiovascular. E é ai que surgem os inchaços e as dores nas pernas. "A circulação fica mais lenta", explica a obstetra Daniela Maeyane. No calor, o inchaço fica mais evidente e o repouso traz um grande benefício. O que ajuda nessa fase: prática de uma atividade física, como a caminhada, o uso de meias elásticas de suave a média compressão, fisioterapia e drenagem linfática. "A ingestão de líquidos estimula o funcionamento dos rins e isso também colabora para a redução do inchaço", recomenda Daniela. Vale ainda evitar comidas salgadas.

9- Dores de estômago

Pense que na gestação, a cada dia que o bebê cresce, sobra menos espaço dentro de você. Por isso, é tão comum aquela sensação de estômago apertado. Nessa fase, também o sistema digestivo fica mais lento e assim a futura mamãe se sente cheia com uma quantidade menor de alimentos. A consequência são a azia e o refluxo. Para evitar isso, os médicos recomendam que a gestante coma pequenas quantidades em curtos intervalos de tempo. "Não se deite logo após uma refeição, especialmente à noite. Por questões mecânicas mesmo. Nessa posição, fica mais fácil a comida voltar", aconselha o ginecologista Mariano Tamura.










Publicado por jaquelinebernardo às 17:55
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Rachaduras nos Seios
Preparando os seios para a Amamentação e Evitando Rachaduras

• Banhar as mamas com banho de sol direto, por até 15 minutos, no horário das 8h às 10h, sempre que possível;

• Passe uma bucha vegetal nos seios enquanto toma banho, para estimular os mamilos, mas cuidado para não exagerar pois manipulação excessiva principalmente perto do final da gravidez pode acelerar o parto;

• Se o seio rachar durante a gravidez ou amamentação, você pode utilizar medidas naturais (raspas da casca interna do mamão ou da banana) ou farmacêuticas (vaselina pura ou produtos à base de lanolina, pomadas específicas);

• Conchas de amamentação ajudam a estimular a formação do bico;

• Usar sutiãs de algodão com alças largas para manter a boa sustentação dos seios (os de algodão deixam a região mais ventilada).

 

Pesquisas recentes comprovam que os exercícios não são benéficos, pois podem retirar as substâncias protetoras produzidas pelo próprio corpo durante a gravidez. Estas mesmas pesquisas apontam a pega incorreta do bebê como fator determinante das fissuras.

 

• Evite o uso de sabonete, óleo ou creme sobre o bico e a aréola.

Tome banho de sol diariamente por 10 minutos. O melhor horário é antes das 10 ou depois das 15 horas e o sol deve incidir diretamente sobre os bicos.

 Se não for possível tomar sol, use uma lâmpada comum, colocada a um palmo de distância do seio, também por 10 minutos.

 Faça um pequeno furo em um sutiã de algodão na altura do bico com no máximo 1,5 cm de diâmetro e costure em volta para não desfiar. Use-o diariamente, pois o atrito suave da roupa no bico do seio ajudará a fortalecer a pele, manter o bico arejado e torná-lo mais protuberante.

 Mulheres com bicos pequenos, planos ou invertidos devem exercitar duas ou três vezes ao dia o bico do seio, puxando-o para fora com o polegar e o indicador e rodando-o para ambos os lados como se fosse o segredo de um cofre.



Publicado por jaquelinebernardo às 17:36
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Líquido Amniótico


Quais são as características do líquido amniótico numa gestação normal? 

O líquido amniótico está situado dentro da bolsa das águas onde o feto está mergulhado. Numa gestação normal a quantidade de líquido amniótico aumenta progressivamente até o termo e depois do termo começa decrescer. 
Sua aparência também se modifica ao longo da gestação. Em fetos imaturos o líquido tem aspecto de urina ou água de coco, transparente sem nenhum grumo, à medida que o bebe vai amadurecendo o líquido começa apresentar grumos brancos que vão aumentando de tal forma que quando o feto está com 40 semanas o líquido pode ficar mais espesso e esbranquiçado. O líquido amniótico tem odor semelhante ao de água sanitária ou ao da secreção do ejaculado do homem.


Como é produzido o  líquido amniótico?


A bolsa amniótica normalmente forma-se a partir da segunda semana de gestação e é ela que coleciona em seu interior o líquido amniótico. Durante os primeiros quatro meses da gravidez, o líquido amniótico é produzido pela placenta e pelas membranas que envolvem a bolsa. Depois disso, é formado também pelas excreções dos rins do bebê, que eliminam sódio e concentram a ureia, modificando assim a sua composição química. O líquido amniótico deglutido pelo feto é reabsorvido no intestino dele e chega até os rins, onde é filtrado e novamente excretado para a bolsa amniótica. O aumento do líquido amniótico durante a gestação não é somente devido à excreção urinária, mas também depende da pele, da placenta, do trato gastrointestinal, do sistema respiratório e do cordão umbilical.

 

A bolsa de água é formada por membranas que mantém o líquido amniótico durante a gestação, a perda de água pela vagina indica a ruptura nessas membranas, se isso ocorrer você não sentirá dor, apenas a sensação de que está fazendo xixi de forma desenfreada, algumas mulheres chegam a perder até meio litro de água, outras podem apenas umedecer a calcinha sem escorrer pelas pernas, a quantidade de líquido dependerá de onde a ruptura ocorreu, isso é natural e faz parte do trabalho de parto, a bolsa pode se romper no início ou no final do trabalho de parto, porém é importante avisar ao médico quando ocorrer ou quando suspeitar de que se está perdendo líquido.




Publicado por jaquelinebernardo às 14:52
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Como saber se o bebê encaixou no fim da gestação?

 

 

 


Mesmo sendo muito relativo esse tempo para cada gravidez, em casos de mamães de primeira viagem, o “encaixe perfeito” ocorre por volta da 36ª semana de gestação, mas, calma: isso não significa que seu pimpolho vai nascer antes da hora, viu? Esse encaixe ao qual me refiro é definido pelos médicos pela posição onde a cabecinha ou bumbunzinho do bebê está fixa na pelve da mamãe, sem se mexer tanto como antes. Conforme seu bebezinho vai crescendo em sua enorme e linda barriga, a parte inferior do útero fica mais larga para que cabeça ou bumbunzinho do bebê (ele pode estar sentado, o que impossibilita um parto normal) fique perfeitamente encaixada na cavidade pélvica. Preciso comentar: a natureza é perfeita, não é mesmo?

É normal que você sinta menos dificuldade para respirar ou ainda, tenha menos azia, mas, a bexiga fica ainda mais solta, além de sua barriga começar a ficar mais baixa. Os médicos sinalizam que não é necessário se preocupar com o encaixe e seu bebê, caso ainda não tenha acontecido. Eles explicam que as contrações resolvem isso e tudo corre normalmente. Caso você tenha dúvidas, converse com seu medico assim que for se consultar novamente. Ele vai saber te dizer se o baby já está “em ponto de bala” ou não, só pelo toque de sua barriga.

Se você ainda tem menos de 36 semanas, mas, já vem sentindo pressão na região da vagina ou sente que o bebe está fazendo força para baixo, vale a pena conversar com seu médico para avaliar se existe risco de parto prematuro. No mais, o melhor é tentar controlar a ansiedade que só atrapalha nessa reta final. Saiba que isso influencia muito nessa reta final, alem de ser transmitida para seu bebê. Sei que é difícil, mas tente manter a calma e confie no seu médico (isso é essencial).



Publicado por jaquelinebernardo às 14:48
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Tampão Mucoso

O que é o tampão mucoso ? 

Tampão mucoso ou rolha de Schroeder é uma secreção espessa e opaca (como um catarro grosso) produzida pelas glândulas do colo do útero que oblitera (veda) o canal cervical e que tem o papel de proteger o feto no ambiente intra-uterino. O tampão pode ser transparente e grosso como um catarro, pode vir acompanhado de estrias de sangue vivo ou de sangue escuro (coagulado), neste caso fica com um tom marrom. A descida do tampão corresponde ao aproximar-se do início do trabalho de parto, embora possa sair muitos dias antes do início do mesmo ou acontecer quando o trabalho de parto já se encontra em fase ativa. 

Quando o tampão é eliminado? 

Quando o colo do útero começa a afinar e/ou a dilatar este tampão é eliminado e ele pode vir acompanhado de estrias de sangue vivo ou coagulado, portanto, pode sair esbranquiçado e espesso, mas pode também ter coloração avermelhada até marrom e espessa. 

Quanto tempo pode demorar para o bebê nascer depois que o tampão é eliminado? 

A eliminação do tampão mucoso não significa que a paciente tenha entrado em trabalho de parto, ela pode estar nos pródromos ou simplesmente seu colo começou a amadurecer com as contrações de Braxton-Hicks podendo demorar dias ou até semanas para entrar em trabalho de parto. . A descida do tampão corresponde ao aproximar-se do início do trabalho de parto, embora possa sair muitos dias antes do início do mesmo ou acontecer quando o trabalho de parto já se encontra em fase ativa.

Fotos do tampão mucoso [exemplos]



Publicado por jaquelinebernardo às 14:48
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